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sexta-feira, dezembro 19, 2003

Devido ao aproximar da quadra natalícia o trabalho e os estudos têm exigido mais daqueles que escrevem para este blog. Cria, em nome de todos, pedir desculpa aos leitores do blog por nas últimas semanas não termos podido corresponder ás suas expectativas.
O blog continuará a funcionar a meio gás até ao final do ano, esperando retomar um melhor ciclo de vida no princípio do próximo ano. Como se costuma dizer, Ano Novo, Vida Nova!

terça-feira, dezembro 16, 2003

Ontem à noite a televisão pública presenteou-nos com um decadente programa (Prós e Contras) sobre a imigração. Querem conhecer os benefícios da imigração?! Então vejam isto. Palavras para quê?!

terça-feira, dezembro 09, 2003

Segundo um inquérito anual realizado em França, 22% dos cidadãos franceses aprova as teses da Frente Nacional (FN), o partido de extrema-direita encabeçado por Jean-Marie Le Pen. Os anti-nacionalistas pensavam que se tinham visto livres dele?! Pensem outra vez, pelos vistos continua a crescer (e bem). A esquerda e a direita francesa que se cuidem, pois por mais que se unam contra ele, a única solução para a França é o Nacionalismo e o povo sabe isso.
Como se não chegasse, para além destes 22% que apoiam a FN, ainda há mais 28% de franceses que afirma que não se sentiriam chocados se um membro da FN fosse eleito para representar a sua região.
Força Le Pen! O Nacionalismo agradece!

segunda-feira, dezembro 08, 2003

Mais uma prova de que os portugueses estão fartos desta vaga de imigrantes, segundo o mais recente inquérito europeu, mais de metade dos portugueses defende a imigração zero.
Quem melhor do que o povo para saber os males que a imigração tem trazido para Portugal?! Afinal de contas é ele quem convive diariamente com todos esses imigrantes que nos têm invadido e que só têm trazido miséria para este País.
É urgente parar a Imigração!Portugal aos Portugueses!

terça-feira, dezembro 02, 2003

Ontem foi o Dia da Restauração da Indepêndencia, não vos redigimos nada porque fomos para as comemorações.
A guerra da restauração da independência portuguesa consistiu fundamentalmente no movimento de revolta contra o domínio espanhol em Portugal, para a recuperação, da independência então perdida.
Depois da entrada vitoriosa das tropas do conde de Alba em Lisboa, o trono português seria ocupado pela coroa espanhola e os portugueses perderiam a sua independência, sobretudo porque o Rei D. Sebastião tinha morrido sem deixar descendência e de Filipe II, Rei de Espanha, considerar que tinha direito ao trono que ficara vago. Como os portugueses não concordaram este resolveu usar a força das armas para tomar o trono português.
Filipe II, I de Portugal e os seus sucessores não cumpriram as promessas feitas nas cortes de Tomar, Portugal deixou de ser um país poderoso e independente, e sucessivamente começou a ver e sentir as violações dos seus direitos e o abuso da autoridade espanhola que arrastava portugueses nas políticas expansionistas e aventureiristas que praticava então na Europa e além-mar, Portugal tornava-se um país cada vez mais pobre e sem independência económica, pois a Espanha aplicava pesados impostos sobre os portugueses.
Todas estas situações negativas da presença espanhola em Portugal só contribuíram para reforçar a consciência dos portugueses e a sua vontade de recuperar a independência até aí perdida. Era então inevitável que acabasse por eclodir uma primeira revolta contra o domínio espanhol. Essa revolta aconteceu em Évora em 1637 foi chamada de revolta do MANUELINHO, foi um importante começo para a recuperação da independência portuguesa tomada pelo trono espanhol. Tratou-se de uma revolta popular contra os pesados impostos espanhóis.
Também entre a nobreza e o clero se partilhavam os mesmos sentimentos de revolta, acabando por o Duque de Bragança ceder á pressão dos conspiradores que preparavam o derrube da opressão espanhola e que pretendiam fazer dele o novo Rei de Portugal.
A revolta desencadeou-se a 1-12-1640 e teve por efeito o extermínio da autoridade Espanhola em Portugal.
Nem sequer foi preciso esperar pelas cortes para colocar novamente um Rei Português no respectivo trono, inaugurando assim a Dinastia de Bragança. A quinze de Dezembro de 1964 em Lisboa, o Duque de Bragança, era coroado Rei de Portugal, com o nome de D. João IV, no meio da euforia popular.
Primeiramente foi fácil restaurar a Independência, o qual já não se pode dizer quanto ao assegurar da mesma.
A reacção Espanhola era esperada e não se podia evitar, embora não tenha sido imediata (Espanha estava em guerra com a França). Portugal pode assim reorganizar o seu exército, recorrendo a especialistas militares e recuperar muitos homens que tinham sido recrutados para o exército espanhol. As batalhas seguiram-se:
- Batalhas do Montijo em 1644
- Linhas de Elvas em 1659
- Ameixial em 1663
- Montes Claros em 1665
Até que por fim Espanha aceitou a paz em 1668 e reconheceu a Independência de Portugal.
Mas não se pense que a lute terminou aqui, a nossa tão querida Olivença está ilegalmente ocupada por Espanha e enquanto isso acontecer continuaremos a lutar!Por Portugal!Por Olivença!

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